Você não sabe garota, mas tão logo te vi, já fiquei fixado na tua. Você veio como a cereja do bolo, menina… Estava preparado para o que viria, mas não havia me preparado para esbarrar em você e, confesso, fiquei atordoado com a tua presença feminina e teu perfume importado. Tentei, a todo custo, desviar […]

“Quando o beijo é uma pessoa, o gosto vira saudade” Eu fico imaginando qual é o gosto que teu beijo tem. Se o beijo vem embriagado de cerveja, meio doce, meio intenso. Se é possível sentir o gosto do suspiro de saudade, de vontade, de desejo. Sentir o gosto do silêncio. Se o beijo tem […]

A censura bateu em minha porta e eu que jurei que não escreveria frases dúbias, deixo o recado perdido nas entrelinhas. Não cito essas revelações — as deixo reservadas para silêncios em céu azul, onde o corpo conta mais que a fala e os gestos se completam, feito velhos e bons dançadores clássicos. Sin-cro-nia. E […]

Eu poderia começar citando o maior abandonado Cazuza, cantando desafinada que mentiras sinceras me interessam, mas as coisas não são bem assim. A verdade é que estou farta dessas falsas verdades que você conta, cada vez que vem com as mãos no ar, rendendo-se e me presenteando com qualquer desculpa. É sempre o trânsito que está caótico. […]

Continuação deste texto aqui (https://jornalismodeboteco.com/2017/03/15/senti-o-tsunami-que-era-voce-prestes-a-me-engolir/) Eu tentei frear teu pensamento incontáveis vezes, mas você não me dava brecha para falar. A chuva de palavras que você despejou em cima de mim me deixou um tanto angustiada e claustrofóbica. Era eu quem precisava de ar, mas você estava tão absorto nas próprias conclusões, que não percebeu […]

Achei que eu fosse morrer quando você ligou ontem à noite, com a voz lambuzada de falsa doçura, perguntando se eu estava bem. Sei lá, garota, você nunca fez o tipo que fala doce ao telefone e era por isso que eu amava tanto você. Você era prática. Simples e prática, mas tão prática que […]

Minha vida não é um cinema mudo barato, desses preto e branco. Embora, às vezes, prefira a falta de falas e um dizer nos atos, eu gosto mais é da vida em cor. Vivi as emoções do meu primeiro amor, infantil e inocente, entre risos e mãos dadas e trocas de olhares, somente. E, descobri, […]