04/12/2017

Soneto #17

Pudesse eu um dia morar em teu rosto,
E sob a luz dos teus olhos despertar!
Caminhar por tuas maçãs para atestar
Que ali toda felicidade fez posto.

Me perder na cascata dos teus cabelos
E nela deixar tudo que for dor se ir.
Cada um dos teus sinais decorar, e tê-los
Como minhas estrelas no céu a luzir.

Observar as lindas linhas de tua boca
Traçarem este sorriso delicado,
Que preenche cada canto de minh’alma oca.

Todos os meus ais, eu deixaria de lado
E trocaria o maior palácio com gosto,
Pudesse eu um dia morar em teu rosto.

 

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Douglas Cordare

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