Cheguei aos meus 25 anos, sem entender minha real idade de espírito. Estou cansado de baladas, bebedeiras intermináveis e estou mais afim de uma igreja, um barzinho tranquilo e um relacionamento sério. Vejo jovens namorando a mais tempo que eu e mais velhos, pegando qualquer coisa que se move e aparece pela frente.
Me sinto aqueles contrapontos da sociedade, o diferentão dos padrões. Neste exato momento, assisto a um vídeo falando para cometermos a lei do desapego. Mas sou apegado, daqueles que chora e sorri quando se fala de amor, que as outras pessoas chamam de brega, por dizer eu te amo o mais rápido possível. Ainda mais quando vermos aquela paixão de verdade.
As olheiras estão cada vez maiores e a pele começa a não ficar tão boa assim, o cabelo começa a cair e vivemos controlando o psicológico diariamente.  Provavelmente não vou enlouquecer, tenho amigos, um amor, a oração e Deus todos os dias.
Ali fora tudo chove, o céu, as terras e as pessoas que andam alucinadamente para lá e pra cá, para chegarem aos seus compromissos matutinos. A mudança inconstante de temperatura, separa as pessoas calorosas de sorriso fácil, com as que querem distância de todos os seres humanos do mundo. Não é fácil ser simpático o tempo todo, entendo as pessoas mais frias, tipo gelo.
Chego aos meus 25 anos, querendo sempre mais, buscando aquela história de amor eterno. Com você? Quero acordar olhando a janela, a chuva, as pessoas e quebrar os padrões. Juro que se sorrirmos juntos, serei pra sempre o seu porto seguro.
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Dinho de Oliveira