É que às vezes eu acredito que o amor deve ser tudo, menos piedoso. Mas coitado não é ele, o amor na verdade é um fofo, as pessoas na qual se metem a dizer que amam, talvez é que são perversas com a gente, são canalhas, impiedosas.

Eu prometi pra mim mesmo que ia ser diferente, que eu não ia cair mais em esparrela alguma, mas é que na verdade eu já acreditava que eu estava calejado de me decepcionar com tal sentimento, mas não!  Talvez eu nunca saiba como agir diante disso, porque felizmente ou infelizmente a intensidade deveria ser meu sobrenome. Ingenuidade? Até que não, porque eu vou “pisando em ovos”, vou tentando agir de maneira diferente comparado com os erros que eu cometi com possíveis amores do passado. Mas a sensação que fica é que eu sempre erro! Eu sempre meto os pés pelas mãos quando na verdade eu sinto que dessa vez estou agindo da maneira certa. E quando eu vejo, nada sai como planejado. As coisas se embaraçam no caminho, e tudo que parecia ser óbvio se torna um quebra cabeça de mil  peças… Nessa hora eu desisto, olho para tal jogo que virou essa maneira absurda de amar, esse jogo de ego, de disputa, de não querer se jogar de cabeça, de não querer demonstrar, de não querer saber amar o outro. E no meio disso tudo, eu sofro, porque idealizo o amor nas pessoas erradas, o sentimento que é bonito, que é gostoso de sentir, mas que talvez eu esteja investindo minhas fichas em alguém que mal aprendeu a se amar, mas que por uma triste ironia são “expert” em jogar com os sentimentos dos outros. 

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Bruno Razzec