Cresci ouvindo que a vida sempre é uma caixinha de surpresa. Ora boa, ora ruim. Mas que ela me surpreenderia muitas vezes. Ouvia muito, também, as pessoas falando, com tons desanimadores, sobre o amor. “O amor machuca”, diziam. As mulheres ao meu redor, então, sempre foram taxativas, “nenhum homem presta, não tem jeito mesmo”. Confesso que cresci um pouco ”traumatizada”, mas algo em mim sempre acreditou no amor. Talvez tenham sido os filmes da Disney ou talvez os sofrimentos que passei em alguns momentos me puseram umas lentes diferentes frente ao mundo.

Mas esse texto não é sobre dores, traumas ou medos. Esse texto é sobre encontro. Sobre reconhecimento de almas. Sobre a vida ter me mostrado o contrário do que eu ouvia. Esse texto é sobre a sorte e o privilégio de ser agraciada pelo universo, que soprou a favor do meu encontro com o amor. Com o amor da minha vida. Confesso que mais cedo do que eu esperava, mas quem disse que para essas coisas tem a idade certa? Você pode encontrar seu amor aos 17 ou aos 67. A gente não escolhe, acontece.

E com a gente foi assim. Totalmente fora de controle. Nossa história não se parece nada com os filmes das Disney, contos de fadas ou filmes românticos de hollywood. Nossa história é inteiramente real e singular. Mas, vou te ser sincera, causa-me sensações que parecem que toco o céu. Mesmo com momentos complicados, nada supera a felicidade de ter ao meu lado o meu grande amor.

Por isso, assim como diz o titulo desse texto, ele é o meu agradecimento diário. Sabe, eu até poderia ser feliz sozinha. Mas tê-lo a meu lado nessa caminhada é mil vezes melhor. Ele me transborda e inunda minha vida de luz e cor. O seu sorriso é a porta de entrada para o meu paraíso particular. Quando ele beija minha testa, sinto-me inteiramente respeitada e protegida. Quando ele me abraça, sinto que um escudo contra os males foi formado. Quando sinto o seu corpo encostar no meu, sinto cada poro da minha pele se abrir e o meu coração descompassar. Quando nosso caminhos se dispersaram por um tempo e o fio que nos liga se embolou, a vida seguiu. Mas aqui dentro me faltava algo. E, por mais clichê que seja, essa história de que quando duas pessoas estão destinas a ficarem juntas, não há nada que impeça, é real. Ainda bem!

Claro que precisamos fazer nossa parte, mas o destino também trata de fazer a parte dele. E é exatamente por esse encontro e reencontro que eu tenho mais ainda que agradecer. Afirmo com toda certeza e sem medo de equivoco, eu encontrei o amor da minha vida. Compartilho minha vida com um homem que me mostra todos os dias a delicia de ser amada. Que se mostra humano, com defeitos e fragilidades, mas que se mostra mais ainda disposto a crescer e aprender comigo.

E é exatamente por isso, que, fazendo uso de toda a liberdade que me pertence, eu escolho ser dele. O escolho todos os dias ao acordar. Eu quero ouvir aquela voz gostosa me chamando de “meu amor”, quero ver aquele sorriso lindo

irradiando felicidade nos meus dias e quero aquelas mãos se perdendo no meu cabelo até eu dormir no seu peito.

Meu amor, eu quero você! Mesmo quando o dia não estiver ensolarado, a tristeza se acomodar, o mau humor bater à porta e o desânimo aparecer, ainda assim, eu quero você. E quando tudo parecer desandar e a gente achar que não vai dar mais, meu amor, a gente relembra de todos os motivos que nos juntaram e nos mantém lado a lado. Você é meu agradecimento e minha escolha diária. É meu presente e futuro. É meu parceiro e companheiro. Para todas as horas. Para todos os dias. Por toda a vida!

 

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Ana Luiza Santana

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