Na realidade é que ele optou por não estar mais presente em minha vida, fez com que eu esquecesse todo o amor que eu depositei nele e simplesmente partiu. 

Partiu sem se importar com tudo aquilo que vivemos, me deixou ali jogada as traças e eu simplesmente não soube dizer o que sentia – nesse momento minha fala sumiu e nada saiu. 

Há vida tem dessas mesmo, de deixar a gente sem chão e fazer com que fiquemos com dúvida de algumas decisões – sem saber se vai ou se fica, se fez certo ou errado. 

Eu acredito na verdade dos sentimentos e em tudo que a gente se doa, no momento em que a gente se doa e se dá por inteiro, sem medo de arriscar e não se importando com o amanhã. 

Talvez por isso a felicidade seja para raras pessoas, aquelas que conseguem se jogar e encarar a realidade da vida como ela é, eu sou muito feliz por fazer parte desse grupo de pessoas, o grupo que se joga e arrisca ser feliz, sem medo e sem receios. 

A felicidade é como aquele prato maravilhoso, que devemos consumir de imediato e que ficamos sempre com o gosto de quero mais. Quero mais ser feliz, mais me jogar e mais arriscar, independente de tudo. 

Quero mais a minha felicidade escancarada, a verdade jogada, a realidade aproveitada e a vida apesar de toda a cilada. 

Preciso de sentimentos intensos e verdadeiros, preciso ser feliz com todos os erros que esse jogo me permitir, quero a intensidade das coisas e a verdade dos relacionamentos. 

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Andressa Leal

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