Não sinto que seja coerente a atitude que eu tomo agora. Não considero que seja a melhor opção, mas também não pedi nenhuma opinião. Só quero um minuto teu e umas cinco respostas, mesmo que a principal, lá no final, seja um “não”. Pode me olhar indiferente e dizer que o que eu falo não tem nada a ver com a gente.
Eu cansei de imaginar que entraria na fila preferencial da tua vida, como uma grávida na fila do banco. Foram tantas vezes que eu fiquei pra trás, puramente ludibriado. Foram tantas pizzas que eu deixei de te pagar. Tantas cervejas que a gente deixou de dividir. Tantos momentos que a gente deixou de compartilhar. Tantos nadas que tu parecia fazer questão de recusar.
E se eu ainda tô aqui falando contigo e fazendo questão de te mandar uma mensagem quilométrica às 2 horas da manhã de uma sexta-feira, é porque eu sinto falta do teu sorriso e porque sinto vontade de te deixar cada vez mais sorridente. Tenho saudade de te surpreender, de aparecer quando não espera e te dar dois abraços quando nem sabia que eu queria um.
Só deixa pra trás os medos que teve há dois ou três meses. Segue a luz que eu quero ser pra ti. Abre a janela, a porta e tira umas telhas do telhado da tua casa, para eu ter certeza que tu quer que eu entre.
Se tua ideia não for essa, só me liga dizendo que vai estar tudo fechado quando eu chegar. Depois me avisa se tua ideia mudar e tiver uma fresta me esperando. Eu vou aí, mesmo que seja depois de um mês, ou dois. Se precisar, até espero um ano.
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Deivid Rafael

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