Ela tem uma risada contagiante. Na primeira vez que eu ouvi eu falei:
– Po, guria! Casa comigo e faz da tua risada meu despertador? – Estudos comprovam (está tão na moda falar isso) que é impossível acordar de mau-humor com uma guria incrível dessa do teu lado na cama.
Esse seria o momento que ela sorriria tímida e colocaria uma mecha de cabelos atrás da orelha, certo? Certo se ela se encaixasse nos padrões. Hahahaha errado! Ela riu mais ainda, ativando em mim uma crise de riso e terminamos os dois, sentados na calçada com a barriga doendo de tanto rir.
Com os dias eu descobri que tudo o que sai da boca dela é extremamente delicioso. A risada alta contrasta com a voz meiga e macia como a de uma sereia que enfeitiça o marinheiro, mas ao mesmo tempo transmite pureza e acalma um coração inquieto.
Ela caminha serena nessa linha tênue entre a menina e a mulher, o seduzir e o confortar.
Nem se eu ficasse horas a fio tentando, conseguiria explicar a sensação que é estar recostado naquele corpo incrível e, depois de um beijo ouvir um ‘dorme bem, moreno, te amo’, depois de um dia puxado. É como se a voz dela fosse a minha morfina pras dores do mundo que muitas vezes são intensas.
Ela dizia que não tinha muitos pré-requisitos, mas se o cara a fizesse sorrir, já era o suficiente. Definitivamente sou agraciado por Deus, porque num mundo de idiotas, ela me escolheu pra ser o motivo dos teus sorrisos mais sinceros e espontâneos.
Ela é a minha maluca, minha menina e no seu peito é o meu lugar de paz.
Que a gente divida sonhos  e sorrisos assim, juntinhos, muitas e muitas vezes mais.

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Diego Henrique

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