Ainda não fizeram uma música sobre amor. Não adianta vir choramingar as pitangas falando do garotinho Luan Santana, ou do mestre Fábio Júnior, nada me convence do contrário. Nunca vão descrever com perfeição quando dois corações batem no mesmo ritmo. Não há instrumento de sopro que sincronize a perfeição do tempo de nossas respirações ofegantes após uma bela noite de sexo, onde nossos corpos se entrelaçam mais do que a guitarra de John e o baixo de Paul.
Aliás ainda existem os clássicos onde as distorções soam extremamente afinadas, mesmo sendo de sonoridades distintas. As perfeitas diferenças existem ao juntar as batidas de MC Kevinho e as poesias apaixonadas de Frankie Valli.
Não entenderam que somos a mescla da dança mais ousada, com a melancolia da sonoridade mais triste. A diferença nos faz sermos o senso mais comum. Enquanto músicas antigas não te apetecem, não consigo entender como alguém pode ouvir a tal do Pou Pou Tei Tei, que pode ser escrita de diversas formas.
Mas é inexplicável, você é a lotação do meu show, o Sol Maior do meu violão, o número um das minhas mais tocadas e o hit da trilha sonora da minha vida. A rapidez que nos apaixonamos, é a rapidez de Eye Of The Tiger, soando pelos ouvidos dos amantes da música antiga.
Você é sertanejo eu sou rock, você é roupas caras eu sou o moletom com All-Star, você é MP3 eu vivo como um LP. Mas “ You´re just too good to be true, cê acredita?
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Dinho de Oliveira

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