Encaro essa loucura da escrita como uma degustação de cervejas artesanais, e entre uma caneca e outra tulipa, preciso de algo para neutralizar o paladar e desapegar do amargor da sua ausência. Da sua essência.
Cada texto tem suas notas, um aroma especial das nossas histórias vividas e deixa um gostinho de lembranças tuas na boca.
Ironicamente, tomo porres homéricos nos intervalos de crônicas e textos, fumo um cigarro e estou pronto para as próximas poesias e sonetos.
Foi assim que me tornei um sommelier de saudades e a especial da casa é você.
Um brinde à falta que você me faz. A nós!
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Diego Henrique

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