Já disse o quanto eu te admiro, menina?
Sabe aquela admiração de irmão caçula, doido pra seguir os passos do primogênito da família? Então. É mais ou menos nessa pegada, em alguns muitos momentos.
Eu quero aprender a amar como você ama. Sério, é lindo! Esse lance de colocar a tua dor no bolso pra acudir o outro é tão genuíno, é tão sincero..
E é por isso que eu vou te colocar no bolso. Num bolso bem grande e, ironicamente, naquele bolsinho da camisa, saca? É o que tá mais perto do coração, então é lá que vai ficar.
Ah, tu pode chorar se quiser. Não é vergonha sentir por amor, e eu falo dele em todas as esferas. Vergonha é não amar. Põe pra fora isso que tá machucando aí. Quando acabar me avisa, porque eu tô com uma piadinha infame na ponta da língua pra você sorrir.
Os dias são frios, eu sei, mas inverno mesmo só na estação, porque seu coraçãozinho é quente feito Balneário Camboriú no verão.
Feliz ano novo, menina. Sim, agora, quase no meio do ano mesmo. Se tudo em você é especial, sua forma de contar os anos seria diferente porquê?
 Vai, menina. Estoura os fogos, abre a champagne que você adora e faz um pedido.
O meu eu já fiz: que seus dias sejam leves como o vento que bagunça seus cabelos e o amor seja singular, assim como cada dente-de-leão que não me deixa te esquecer.
Já fez? Então sorri e assopra! Não esquece que eu amo você.
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Diego Henrique

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