A gente cresce com a ilusão boba de que o amor tem lugar para nascer. A gente pensa tanto, e impõe tanta barreira, e se esquece apenas de acreditar que o amor pode estar bem ali, virando a esquina… A gente não cogita a hipótese de o amor ter a capacidade de acompanhar qualquer avanço tecnológico possível, limitando o coitado à cada vez que dizemos “não dá pra encontrar o amor em aplicativo de paquera”! Que estupidez, a nossa… Querer determinar o lugar onde o amor vai nascer, é o mesmo que querer confiar 100% nas previsões do tempo dos jornais.

Quem diria que as amigas dela estariam certas? Aquele download do aplicativo de paquera, foi uma das coisas mais certas que ela já fez em sua vida… E ele também. Entre um like e outro, um superlike, e o inesperado: deu match no amor da vida, e a parte de ser o amor da vida, se revelaria aos poucos. Porque é assim que o amor certo se revela: de forma lenta, porém vulcânica, tsunâmica, intensa em cada dia de sol ou de chuva. É a conversa que flui, é o assunto que rende infinito, é o primeiro encontro cancelado por um imprevisto, e a espera compreensiva do outro. Porque o amor… Ah, o amor! Ele é o primeiro olhar que faz a gente sentir que o outro sempre esteve à mercê da nossa vida… E mais do à mercê, nos faz sentir que o outro sempre esteve ao nosso lado. É o desconhecido olhar conhecido, que se reconhece à primeira batida descompassada do coração. É o beijo que a gente pede aos céus que não acabe, é o dar de mãos que demonstra o perfeito encaixe. Quando a gente ama, o passado do outro não importa, e de repente nos vemos pensando que não devemos julgar as pessoas, mas conhecê-las. São as pequenas coisas, que formam um tipo invisível de novelo, que tece a história dos desavisados atentos. Desavisados, porque foram pegos de surpresa. Quando a gente ama de verdade, não se contém. O amor sai pelos poros, se transforma no riso que nasce primeiro no coração. E de repente, planeja-se a vida à dois: não faz mais sentido caminhar sozinho, ou caminhar de mãos dadas em casas separadas, dormir e acordar sem o outro é muito vazio pra quem ama de verdade.

Como eu sei disso tudo? O meu nome é Acaso, e eu recebi autorização divina para ajudar o Destino à cumprir, de forma perfeita, o plano escrito por Deus. E das histórias que eu mais gostei de ajudar a tecer e cumprir, essa à qual me referi o tempo todo, foi uma das que eu mais gostei: Deu match no amor, e “a bela e o fera” descobriram que este, é o amor

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Participe da conversa! 1 comentário

  1. Texto cheio de metáforas, só observo! ksksksksks

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Débora Cervelatti

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