Saudades dos nossos planos futuros sem ter medo das incertezas da vida. De quando olhávamos para a mesma direção do pôr-do-sol e remávamos sem objeção em olhar para trás. Estávamos remando no mesmo barco, pena que seguimos caminhos diferentes. Hoje, centenas de questionamentos rodeiam meus pensamentos, e todos eles, são ao teu respeito.

“Se lembra de quando a gente chegou a acreditar que tudo era pra sempre?”

Sinto falta das tuas piadas sem graça nas tardes de domingo, de quando costumávamos ficar vendo filmes nas madrugadas em que o frio tomava conta dos nossos pés. Sinto falta dos nossos planos a dois, dos filhos que nem tivemos, da casa no campo que nem construímos, das histórias engraçadas e dos finais de semana na praia. Sinto falta até das nossas brigas, pois sei que com elas, aprendemos a entender um pouco mais um ao outro.

Mas aí de repente, você se vai assim, sem deixar o cheiro do teu perfume ou o rastro dos teus passos. Desfizemos o “nós” que inventamos com tanto amor e carinho dia após dia. Hoje o meu “eu” chora sem o teu “você”. Hoje nossos planos seguiram estradas bifurcadas e deram adeus a todas as coisas sublimes que criamos juntos.

Talvez amanhã você volte e se um dia estiver pensando em voltar, volta. E vem com a certeza de um amor que escolheu ficar. Eu tenho um tanto de beijos pra te entregar. Tenho um monte de livros novos com lindas histórias e quem sabe, com você voltando, a gente  escreva a nossa história juntos novamente.

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Pedro Ficarelli

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