Não costumo seguir conselhos. Talvez por ter o gênio forte, talvez por gostar de pagar para crer. Não sou arrogante, por favor! Ouço com o coração aberto os que me amam e que desejam o meu bem. Mas nem sempre tomo o caminho que me dizem ser o melhor (ou quase nunca).

Eu me arrependo, quebro a cara, choro, digo que nunca mais faço aquilo. E, pouco tempo depois, olha eu lá. Querendo dar a cara a bater mesmo alguém dizendo que o tapa vai fazer eu me esborrachar ao chão. É loucura, uns dizem. É inconsequência, outros afirmam. É imaturidade, muitos cochicham. Mas talvez seja a coisa mais fantástica que eu trago comigo. Eu estou onde estou, porque quero. Não porque me apontaram o caminho e disseram “é ali que você tem que estar”. Da área profissional aos amigos que tenho. Da pessoa que me relaciono aos livros que leio.

Trago com carinho alertas, dicas e até conselhos genuínos e sábios que me oferecem. Mas eu guardo tudo isso comigo e sigo o que o meu coração pede. Acho que a gente precisa mais disso. Coragem para dar a cara a bater. Coragem para viver o que realmente tem vontade. A gente precisa saber que sem caras quebradas e corações partidos, ninguém cresce, amadurece e evolui.

Sem lágrimas, ninguém lava a alma e, muito menos, sabe o valor de um sorriso. Ouça os que te amam, atente-se a quem te quer bem. Mas não satisfaça as vontades alheias passando por cima das suas. A vida sempre cobra da gente. Então pague por algo que você escolheu, não os outros. A conta sempre é sua, lembre-se!

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Ana Luiza Santana

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