Sempre achei que maturidade fosse aprender a não sentir, a não me importar. Mas aprendi que não. Hoje sinto e me importo o mesmo tanto de tempos atrás, com pessoas que não merecem serem sentidas e, mesmo assim, considero que tenha alcançado um nível razoável de maturidade.
Entendi que é da natureza humana a necessidade de criar laços, mesmo depois de muitas experiências ruins, com alguns que se desfizeram, outros que apertaram até virarem nós. E ter descoberto que poucos no fim continuam laço.

Então desisti de tentar deixar de sentir, isso não é maturidade, é autopunição por erros que são alheios a mim. Continuo sentindo e gostando de algumas pessoas que não merecem, pois, isso é humano. Mas hoje tenho maturidade o suficiente para só demonstrar esses sentimentos para quem saiba e entenda o sentido da palavra reciprocidade.

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Victor Érik

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