Vocês já tiveram a sensação de “amor da vida”? Isso não é sobre estar junto, vale ressaltar. Ah, também não é sobre nunca mais poder se interessar e amar outro alguém. Mas sobre encontros de alma, encontros inesperados, que mudam tudo em poucos segundos.
É sobre encontro que te aperta a boca do estômago e te faz crer que tudo vale a pena mesmo que as possibilidades de não dar certo sejam maiores, isso não importa. É viver sabendo que você foge da teoria frigideira. Você pode já ter conhecido o amor da sua vida, sim, e pode ter deixado ir, isso não é falta de (re)conhecimento a respeito de pessoas que se esbarram e simplesmente chegam para mudar tudo, é também (saber) amar.
Você deixa ir e ainda sim eles ficam. Você se disponibiliza o tempo inteiro para o novo. Ama, se entrega e, se um dia o mundo os deixar distantes, se sente como se o mundo tivesse perdido o sustento. É mar de carinho e respeito que prevalecem independente de toda e qualquer mágoa. Pode doer, doer muito, mas se um dia te pedirem para falar sobre o que a pessoa representa em sua vida, ah… palavras faltarão e talvez até entre elas você se perca. É amar sem limites, é enfrentar tudo e todos, inclusive aquele que é sempre tão incerto: o tempo próprio das coisas. É perceber que há no mundo alguém que se encaixa e ajeita contigo até nos erros, é o frio na barriga resumido na ligação e o acelerar do coração ao contar histórias e ao esperar o reencontro. Se podemos ter mais de um amor na vida, eu não sei. Só sei que já encontrei o meu.
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Thais Oliveira

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