Acho que já está na hora de admitirmos que existe uma parada muito mais forte entre nós.
Pode chamar de bruxaria, destino, karma, mandinga ou o que você quiser. Só não dá mais pra negar.
Todos os reencontros deixam esse gosto de saudade, misturado com um ‘vem cá que eu não aguentava mais’.
Tu reparou como nossos corpos ainda se encaixam perfeitamente dentro do abraço? Não sobra meio milímetro de espaço entre eles. É literalmente como se quiséssemos morar um dentro do outro.
Aliás, foi o abraço que regiu toda a nossa história. Desde o começo dela até o final.
Abraços intermináveis que faziam o tempo parar e a dor passar.
Você ficava puta porque eu odeio guarda-chuva, mas nem sabia que era só uma desculpa pra ir assim, juntinho de você de baixo do teu. Deu certo muitas vezes!
Foda-se que tava chovendo, que os carros estavam passando e o que tava rolando em volta. A gente só queria estar ali e nada mais importava. Você ia pra aula mais leve e eu pra casa com a cara de bobo que todos conhecem quando eu falo de você.
Aceita, menina. As nossas vidas podem tomar o rumo que for, seguir por onde a gente menos esperar, mas sempre vai ser a gente. Sempre vai ser você.
Sem alusão àquela música do Luan Santana, mas podem passar os dez, vinte ou trinta anos e o seu coraçãozinho ainda vai se ajustar às batidas do meu e a gente não vai querer se desgrudar.
A camisa de ontem virou um troféu porque ficou com o teu cheiro. Se me vir usando ela de novo, pode ter certeza que é saudade.
Até o próximo abraço.
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Diego Henrique

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