Nossos caminhos agora são outros. Diferentes. Dispersos. Tudo bem, eu não descarto a possibilidade de que, em algum momento, eles se encontrem e a gente volte a se cruzar. Mas agora, de coração, eu espero que isso não aconteça. Agora eu espero não saber nenhuma notícia sua. Espero que você não pense em nós, não sinta saudade, não tenha vontade de me ver. Ou eu ache que não…

Sim, porque se isso acontecer e eu ficar sabendo de algo,meu amigo, tudo desaba dentro de mim novamente. E olha, você não sabe o trabalho que deu-e ainda dá- para manter tudo em ordem aqui dentro. Se é que está mesmo em ordem. Mas por enquanto é melhor assim. Longe. Distantes. Porque mesmo que digam que distância física não separa sentimentos, eu prefiro acreditar que a ausência traz o esquecimento e que um dia você vire só uma lembrança que não causa mais nenhum mal.

Sinto saudade, não nego. Mas uma hora ela ameniza, passa, voa para bem longe. A vida sempre segue. Se tem uma coisa que eu aprendi na marra é que ela não para porque a gente parou. As bagagens mudam, os encontros são outros. Alguns marcam e ficam. Outros simplesmente se vão sem despedida.Talvez porque se houvesse, não haveria partida. É sempre muito doloroso partir e deixar para trás histórias e lembranças. Mas é preciso.

E um dia a gente se acostuma e aprende a entender esse jogo do nosso querido destino, universo, coincidências, escolhas. E até lá, meu bem, se cuida daí que eu me cuido daqui…

ana-luiza

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Ana Luiza Santana

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