Ela de um jeito ou de outro, sempre esteve ali… Sentindo-se reclusa em um corredor extenso que possuía apenas um sentido, cercado de paredes grossas e inquebrantáveis que seus sentimentos em grande parte desperdiçados ou mal compreendidos construíram ao longo do tempo. Mas de repente, ela já não estava sozinha nesses corredores que de tão extensos um dia acabaram cruzando-se com o meu. Ela tinha características próprias que a faziam simplesmente a criatura mais admirável do mundo. Era como se a arte fosse feita dela, talvez pela originalidade, poucas palavras a serem ditas ou talvez por causa das diversas sensações sentidas em um único instante dentro de si.

captura-de-tela-2016-03-18-acc80s-23-14-38

Instantes que me vejo refém a todo o momento, quando meu corpo começa a ser tomado por um êxtase, seguido do frio na barriga e sorrisos bobos impulsivamente, que nada seria capaz de diminuir. E aos poucos, parecia que aqueles muros grossos que criamos em longo prazo com a falsa sensação de proteção vão se esvaindo sem intuito de voltar. Porque nosso instante estava chegando, ainda que sem data definida ou sentimentos exposto. Mas eu sabia… Eu sentia… Sentia que ela faria tudo valer a pena.

E que de um jeito ou de outro, eu sempre estaria ali…

Olhando-a e fazendo-a mais visível.

Mais visível e segura dentro de mim.

IMG_6871

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

CATEGORIA

Luana Ribeiro