Em algum lugar eu li a seguinte frase: “O processo é lento, mas desistir não acelera”. Não sei quem é o autor, mas a simplicidade da frase me trouxe uma reflexão profunda sobre alguns aspectos da vida. Das vezes que desistimos por algo que parecia distante demais. Desistências nas primeiras tentativas fracassadas, e que com certeza essas nos dariam mais aprendizados lá na frente e ajudariam a conquistar nossos objetivos, mas muitas vezes escolhemos abandonar o percurso e jogar os fracassos em um baú de memórias usadas como forma de vitimização. Diriam outros que a vida é para quem topa qualquer parada, não para quem para em qualquer topada. E quantas vezes paramos ao ver que a visão do paraíso está longe? 

Certamente, o que eu aprendi ao longo dos anos é que não existe conforto em viver, ou, se existe, devemos ir para longe dele. O fato é que o caminho até um objetivo é recheado de desconfortos, momentos em que seu corpo gritará para cessar a caminhada, pois a exaustão tomará conta: “É melhor parar por aqui”. Mas é aí que você deve persistir. Se é algo de real valor para sua vida e lhe trará bons resultados e satisfação, então continue. E quando atingir tal objetivo, trace outro e toque a vida em frente novamente. 

Os desafios geram mudanças em você, e mudanças geram desconforto. Ou seja, se ao longo de um desafio ficamos desconfortáveis, é normal pois algo está mudando em nós. Sabendo disso, podemos encarar as coisas de uma outra forma. Mas vou logo te adiantar, os resultados não são rápidos, você notará que mudou ao longo do tempo. E é justamente na pressa de ver os resultados, de uma forma imediata, que acabamos nos frustrando. A consequência muitas vezes é a desistência. 

É importante que seja algo que realmente você queira, pois isso te dará energias para chegar lá. O único tipo de desistência que acho justificável é quando você está em um caminho que não lhe traz felicidade e satisfação. Por exemplo: você quer ser um escritor, mas está estudando para ser um engenheiro. Então, caso não esteja feliz na direção em que está, aponte para seu real objetivo, aquilo que você tem aptidão, e siga em frente. Terá dificuldades, mas saber que você chegará até algo que sonha fará das dificuldades desafios provisórios. Estas são as barreiras rumo a tão sonhada vitória; ao tão sonhado paraíso. 

Go on! 

 

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Participe da conversa! 1 comentário

  1. No meu caso desanimei com meu livro ha 1ano (producao independente). Gosto dele, mas nao mais das ideias. Como voltar a ama-lo pra ter coragem d divulgar? Enqto nao faco isso, nao consigo escrever mais. E tb fiquei mt frustada por saber q apesar d gostar da minha escrita, sou péssima de marketing

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Jhonata Santos