Não é todo mundo que entende, muito menos qualquer um que aguenta. Sou intensa. Sou complexa. Sinto tudo muito, sinto muito por tudo. Talvez eu pudesse tentar ter mais controle. Talvez eu pudesse ter mais controle. Mas não consigo. Na verdade, não faço questão. Quero e sinto a vida com todos os sentidos. Não gosto de molhar o pé, gosto mesmo é de mergulhar. De corpo e alma.

Eu pago para ver. Vou até o fim. E se caio de cara no chão e a quebro, sinto a dor da queda doer em cada pedacinho do meu corpo e do meu coração. Sinto as lágrimas escorrem o meu rosto e lavarem o meu espírito. Sinto, sinto muito! Mas, talvez, minha maior loucura seja não querer deixar de procurar sempre sentir o melhor que há nessa vida, mesmo que para isso eu tenha que cair tantas vezes e sentir tantas dores. De todos os tipos. Causadas por coisas e pessoas distintas.

Não se preocupe, eu sei me reerguer. Pode demorar, pode parecer que não, mas eu sempre arrumo um jeito de recomeçar. De me recompor. Minha esperança, minha crença no amor, minha vontade de ser feliz podem até morrer por alguns instantes ou dias, mas elas sempre renascem. Eu sempre renasço. Eu sei ser fênix, a vida me fez ser fênix. As situações vividas me fizeram fortalecer, mas nunca me enrijeceram e nunca arrancaram de mim a sede de viver.

Há quem ache loucura. Que seja. A frieza não consegue fazer morada por aqui. Sou fogo. Sou vulcão em erupção. Ardo em sentimentos. Queimo em emoção. Não é qualquer um que aguenta. Não é qualquer um que fica. Ainda bem…

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Ana Luiza Santana