Nem todo “amor” do mundo basta para manter um relacionamento. Quando escolhemos ficar ao lado de uma pessoa, normalmente buscamos pela nossa outra “metade”, que, ao meu ver já é o primeiro erro que nós seres humanos cometemos. De forma inconsciente, acabamos buscando realizações exteriores na outra pessoa, agradando nosso EGO e suprindo temporariamente nossos medos e anseios.

Quando ainda supridos, nossos medos e anseios não são identificados no inicio do relacionamento, já que tudo parece ser um mar de rosas e a outra pessoa parece ser exatamente o que você procurava. Depois de um certo tempo tudo parece estar diferente, o seu companheiro (a) já não se porta como no inicio da relação, e isso faz com que as necessidades do seu EGO deixem de ser preenchidas, voltando ainda mais fortes. E o que acontece depois disso? A pessoa ao seu lado parece ser a culpada de tudo, porque simplesmente “deixou” de preencher as necessidades do seu EGO. Se pararmos para analisar, a oura pessoa tornou-se uma droga para você, porque quando disponível nos sentimos bem, mas caso não esteja disponível acabamos por enxergar tudo que a de negativo nela, assim, somos tomados pelo ciúmes, possessividade, manipulação, culpa e acusações.

O que eu mais tenho visto hoje são relacionamentos românticos, tomados por um ciclo vicioso entre “amor” e ódio, aonde incessantemente as pessoas deixam de realizar coisas interiores e buscam supri-las nos relacionamentos. Analisando meus próprios relacionamentos passados e de forma observadora o das outras pessoas, me faço uma constante pergunta: Será que era amor de verdade ou um vicio, uma dependência? Assim, diante dos fatos me identifico com a segunda alternativa.

Não estou aqui para arruinar seu relacionamento, muito menos desejar mal a ele. Mas muitas vezes a vontade de fazer tudo dar certo e de construir uma relação duradoura, mesmo com as melhores intenções, acabam dando erradas e nos perguntamos o por que de algumas coisas terem acontecido. Uma pessoa a qual admiro já dizia “O amor não torna ninguém especial e, não é exclusivo. O vinculo que liga duas pessoas é o mesmo que nos liga a um pássaro, a pessoa ao nosso lado no ônibus, mas o grau de intensidade é maior.” Eckhart Tolle.

Este texto é uma base do conhecimento que tenho buscado. Aplico diariamente tudo isto, mas não quer dizer que você deva concordar com o que eu acabei de escreve. Mas, caso ele te ajude de alguma forma, experimente.


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Sobre Jornalismo de Boteco

Paulinho Rahs Escritor, compositor, poeta solitário, vocalista da Arcadia e criador do Jornalismo de Boteco. Entusiasta, subversivo e magnânimo, contém na lista de vícios café, cerveja, o Foo Fighters e o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense. https://www.facebook.com/PaulinhoRahsOficial/

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Gabriel Müller

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