Não vem que não tem

Entre tantos assuntos para virar um texto, decidi hoje falar diretamente. Da Yulle de cá, pra quem estiver lendo daí. Sem muito enfeite, história ou rodeios. Vamos bater um papo de boa e falar do que acontece todo dia? Eu tenho certeza que você aí também passa por isso. Ah, e vamos combinar uma coisinha aqui: vamos simplificar as coisas!

Já dizia aquele samba: Nem vem que não tem! Não ando com muita paciência pra “meios” sabe?! Meio assunto, meia conversa, meia vontade, meio bem ou meio mal. Meio termo! Ou é o termo inteiro ou nada dele. Não é ser radical, mas é que esse negócio de ser nota 5 já deu. Não sei para você, mas para mim o tempo está correndo tão rápido, que sinto como se fosse um monte de areia escapando por entre os dedos. A gente faz força pra segurar cada grão, mas escapa. O tempo é isso. E é agora, não é depois.

Agora tá na moda falar de reciprocidade né?! Então vamos falar também. Como o próprio significado da palavra diz, ser recíproco é ser mútuo. Trocando em miúdos, seria a via de mão dupla. Colaboração! COLABORAÇÃO! Não adianta achar que algo vai durar quando você não faz sua parte. Seja onde for e em qualquer tipo de relação que tenha na vida. É preciso dar pra receber em troca. Mas sem joguinhos sabe?! Sem ficar de mimimi. Quer falar? Fala! Tá com saudade? Procura! Não gostou? Pergunta!

Esse negócio de ficar achando problema onde existe solução me mata! E, infelizmente, tem muita gente que tende a ser sempre o do contra. Tem coisa mais chata que isso? Não… não tem.  Gente… é tão simples e a gente complica tanto a troco de que? Vamos perdendo chances, afastando de pessoas que a gente gosta, deixando de viver mais histórias por orgulho puro. Porque se fulano não vai atrás de você, você também não pode ir. Ah vá! Faça-me o favor! Já somos grandinhos pra isso.

Então “não vem de garfo que hoje é dia de sopa!”. Não me esquenta em banho Maria porque tenho pavor de coisa morna. Ou coloca pra entrar em ebulição ou deixa fria. Seja e esteja! Esquece esse papo aí de desapego, porque é numa dessas que a gente vai se perdendo. Indiferença nas relações humanas só nos faz menores. Menores no amor, menores na convivência, menores no aprendizado e na evolução.

Então, como diz meu pai: Não inventa moda não! Faça o que sua vontade te diz e deixe de lado o que todos acham certo. Não deixe de mostrar sentimentos e sensações, só porque o mundo anda frio e insensível. Não deixe as coisas passarem sem realmente aproveitá-las… Aproveite à sua maneira. Mas aproveite. Ninguém disse que é fácil… Mas é simples. É só desligar a chavinha e ir. Só ir.

Yulle

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